domingo, 20 de novembro de 2011

Pink Floyd - Dark Side of The Moon (1973)


Dark Side Of The Moon é considerado por muitos como o melhor álbum de rock progressivo de todos os tempos, e não é à toa. Dificilmente alguém que goste de música de verdade consegue ouvir esse disco e passar incólume...algum tipo de sequela (positiva) vai ficar.

Uma arte de capa simples e cativante, músicas com arranjos magistrais e letras que abordam os problemas da sociedade atual, como a sobrevalorização do dinheiro, a falta de tempo, a guerra etc. O disco produzido em 1973 é perfeito e continua bem atual. Basta mencionar um trecho de "Time" e compará-lo à vida de muitos adolescentes de hoje:

Tired of lying in the sunshine staying home to watch the rain
You are young and life is long and there is time to kill today
And then one day you find ten years have got behind you
No one told you when to run, you missed the starting gun

A química entre David Gilmour, Roger Waters, Nick Mason e Richard Wright em Dark Side of The Moon rendeu milhões de cópias vendidas por todo o mundo. O álbum é o 3o mais vendido de todos os tempos, e quem ainda não o ouviu, não sabe o que está perdendo.


O Pink Floyd transmitiu em outubro passado, via YouTube, o show The Dark Side Of The Moon, realizado em Wembley no ano de 1974. Se você não assistiu, vá correndo até esse link e baixe pois vale a pena!


Músicas:

A1. Speak to Me/Breathe
A2. On the Run
A3. Time/Breathe (Reprise)
A4. The Great Gig in the Sky

B1. Money"
B2. Us and Them
B3. Any Colour You Like
B4. Brain Damage
B5. Eclipse

Até a próxima!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Oscar Peterson & Stephane Grappelli (1973)


O encontro de grandes artistas do jazz não poderia ser mais feliz. Oscar Peterson (piano), Stephane Grappelli (violino), Niels O.H. Pedersen (baixo) e Kenny Clarke (bateria) gravaram este disco em Paris no ano de 1973, pelo selo AM - America Records. A combinação entre piano e violino apoiada pela competência do baixo e bateria trazem ótimos arranjos e melodias extremamente agradáveis. Sem dúvida um álbum que merece ser ouvido!


Músicas:

A1.Them there eyes
A2.Flamingo
A3.Makin' whoopee
A4.Looking at you

B1.Walking my baby back home
B2.My one and only love
B3.Thou swell

Até a próxima!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Como se faz um disco de vinil?



A gravação de sons para reprodução no fonógrafo desenvolvido por Thomas Edison em 1877 foi o ponto de partida para o surgimento de várias tecnologias de registro sonoro que vieram em seguida. Como exemplo temos o gramofone com seus discos de 78 rpm, os decks de rolo e os carretéis de 7" ou 10 1/2" , além de outros dispositivos e diferentes formatos de mídia, chegando até a gravação digital dos dias de hoje.

Comercialmente, um dos produtos que mais se destacou foi o Long Play - LP, fabricado a partir dos anos 1950, que depois passou a ser chamado de disco de vinil, disco ou vinil, que era reproduzido em um toca-discos. O vinil, termo derivado do cloreto de vinila (PVC) que era a matéria-prima para sua fabricação, recebeu também apelidos, como por exemplo o conhecido bolachão, termo muito comum entre os discotecários de clubes e boates nos anos 1970 e 1980, entre os quais me incluo.


O disco passou a fazer parte sistemática da cultura brasileira na segunda metade da década de 1950. Embora fosse empregado para música, também foi usado para gravar histórias infantis, programas de rádio, discursos de políticos e assim armazenar diversos arquivos sonoros. Mas como se faz um disco?

O processo de fabricação é longo e complexo, iniciando-se no projeto do trabalho (escolha de repertório, estúdio, músicos, arte de capa etc) e terminando quando o produto é colocado dentro da capa e fica disponível para distribuição e venda nas lojas.

Selecionei alguns materiais que explicam bem esse processo:

- Revista Somtrês, edição 21, Setembro/1980 (clique na imagem para ler).

Como se faz um disco?

- Matéria produzida pelo programa RJ TV na Polysom do Rio de Janeiro:




- Matéria produzida pelo programa Altas Horas na Polysom do Rio de Janeiro:


- Programa do Discovery Channel (em inglês):

Parte 1

Parte 2

E como disse o Ricardo Cravo Albim, a hora da verdade fica reservada ao ouvinte quando coloca o disco no prato de seu toca-discos e ouve o resultado. Mas isso é uma outra história que será contada em nova postagem.

Até a próxima!